segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ser mãe não é fácil.

Se você é mãe, se você recebeu esse dom divino que é poder gerar, ou poder criar um filho, mas está cansada com a rotina pesada, desgastante do dia a dia, relaxe. Procure aproveitar todas as fases da melhor maneira, pois tudo passa muito rápido... a amamentação, o primeiro suco, a primeira papinha, os primeiros passos, as primeiras palavras...tudo passa rápido, na verdade, voa. Curta todas essas etapas sem pressa. Sinta-se agradecida e valorize-se por poder estar presente nesse momento da vida de seus pequenos.
Na hora que o cansaço bater, procure distrair-se. Leia um bom livro, ligue para uma amiga, afinal, conversar sempre ajuda. Vá brincar, escutar as risadinhas de seu filho, vai rolar no tapete com ele, faça uma oração, sei lá!! Dê o seu jeito, mas nunca deixe-se levar pelo desânimo, não se entregue só aos programas( inúteis) da tarde ou a comilança(para as mães que ficam em casa) como uma forma de fuga, nem reze para que tudo passe logo. Você vai ter saudades...
Tenha pensamentos e atitudes positivas, pois só quem passa pela maternidade sabe que ela é a coisa mais maravilhosa que pode acontecer a uma mulher, mas por outro lado, nos leva ao limite de nossas forças. Ser mãe significa sermos testadas e cobradas diariamente, tanto por nossos filhos, pelos outros como por nós mesmas!
Força queridas, pois a nossa missão é a mais sublime de todas! Viva todas as mamães! Viva a nossa Mãe do céu!








terça-feira, 6 de outubro de 2009

Barbárie à vista?

Tomei conhecimento desse texto, a partir de um curso que fiz sobre educação no SENAI/SP. Infelizmente é o que estamos vivendo hoje em dia. Leiam com atenção:

Barbárie à vista?

Anna Veronica Mautner é psicanalista, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e colunista da FOLHA DE SÃO PAULO

Os pais, como todos os adultos, são sim responsáveis pelas violências perpetradas pelos jovens, que ocorrem cada vez com maior frequência.
Somos todos culpados ou pelo menos temos a ver com o que está ocorrendo. Deixamo-nos influenciar, sem reagir, pelos efeitos da difusão de uma psicanálise fora do contexto.

Se não estivéssemos imbuídos da ideia de que a origem do erro está lá atrás, na infância, como culpar pais, monitores, babás só por terem acreditado na falácia de que dor, desconforto, vergonha, humilhação etc. são sempre letais ao ego em formação e por isso devem ser evitados a qualquer preço?


O lema é: ninguém deve se ressentir de nada, muito menos seres em formação devem ser magoados. A consequência dessa ideologia de tortas raízes vai, passo a passo, gerando seres incapazes de empatia, incapazes de reconhecer o outro como seu semelhante.

Pouco familiarizados com dores, vão infligi-las, sem saber o quanto vai doer. Quero dizer que é preciso sentir que a vergonha, por exemplo, que me machuca, machuca ao outro também. Assim, se eu quiser, até posso humilhar alguém. Mas pelo menos sei o que estou fazendo. E posso calcular a intensidade que eu quero. Quando superpreservamos crianças e jovens de todo medo, de toda frustação, se qualquer fracasso, da humilhação e da vergonha, estamos impedindo que aprendam o quanto dói uma saudade, um fora, uma pancada.

Quando diante de alguém diferente, um outro, desconhecido, de outra galera, ignoramos o que eles tem de semelhante a nós, a agressividade e a violência encontram um campo fértil para aparecer. É aí, onde as pessoas se estranham, que aparecem vigorosos os maus colegas, o mau patrão, o mau chefe eo violento em geral.

Quando alguém se sente ameaçado, reage. É natural. O que surpreende é a discrepância entre estímulo e resposta. E mesmo que ele estranhe algumas coisas nesse outro, existem entre dois seres humanos mais semelhanças do que diferenças. A violência desabrocha onde as pessoas se estranham. Quando estranhamos, pomo-nos a espernear, a bater, para eliminar o ameaçador. A violência é sempre uma resposta ao medo do desconhecido.

Quando se transforma em brincadeira, leviandade, estamos diante de uma patologia. Juntando que as novas gerações foram preservadas da maioria dos desconfortos naturais da vida, é natural que tenham muito mais medo de tudo o que é estranho, já que conhecem muito menos do que seria desejável.

Quem estranha muito tem muito medo e perde fácil a estribeira. Estamos a um passo da violência. Barbárie à vista?

domingo, 4 de outubro de 2009

Comentários.

Para quem não estava conseguindo fazer os comentários, e estava me perguntando o porquê, já tenho uma resposta...
Quando me aventurei a criar esse blog, eu não fazia a mínima ideia de como fazê-lo. Tudo que vocês estão vendo, eu fui descobrindo, fuçando e pegando tutorias de pessoas muito bacanas que se dispõem ajudar novos "blogueiros". A minha primeira postagem aceitou os comentários. Daí, devo, sem querer, ter alterado alguma configuração no padrão, o que impossibilitou vocês de comentarem essas últimas. Agora, daqui para frente, acredito ter reconfigurado direitinho e quem quiser, poderá deixar sua mensagem!!! Para isso, é só clicar em "COMENTÁRIOS".
Lembrando que um blog vive disso. Vive da interação das pessoas que o lêem com a(s) que escreve(m)! Portanto pessoal, não se acanhem em escrever... a mamãe caprichosa vai adorar!! rsrs

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O outro lado da medalha...

Não tem jeito mesmo!!! Tudo nessa vida tem o lado bom e o lado , diríamos assim, não tão legal. Eu ainda estava descobrindo, curtindo as coisas boas que o Orkut pode propiciar , quando fiquei sabendo, através de uma colega, de inúmeros “barracos” que já ocorrem por causa dele. Afinal, nenhum namorado (a), marido ou esposa quer que relacionamentos do passado voltem a assombrar suas vidas presentes. Ninguém merece, né?!!!!
Nem tudo são flores... contra esse tipo de problema, acho que o que vale é uma conduta honesta com o parceiro, no mais, viva o Orkut!!!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Orkut faz bem a alma!!

Para ser sincera, sempre pensei que “esse negócio de Orkut” era para a moçada mais nova, que já nasceu plugado na internet. Nunca havia me passado a ideia de ingressar nessa rede de relacionamento, porém, essa semana, graças a ele, tive a felicidade de reencontrar várias pessoas muito bacanas que eu não via há muito tempo. Uma em especial, minha amiga dos tempos de faculdade, Eliane!! Fique tão feliz ao reencontrá-la que não tenho palavras para descrever tal emoção.

Na mesma hora, tive vontade de recuperar o tempo que perdemos ao nos afastarmos. Tantas coisas vividas por nós, sem que pudéssemos compartilhá-las uma com a outra. Acredito que ela tenha sentido algo parecido... convivemos por tantos anos juntas e depois, cada uma tomou seu caminho e nunca mais nós vimos!! Descobri que estamos levando uma vida bem parecida, de dedicação aos nossos filhos e a família. E, não vejo a hora de nos encontrarmos e apresentar nossos pequenos. Não vejo a hora de dar um abraço e um beijo bem gostoso nessa amiga que sempre me ajudou muito nos tempos duros de faculdade....

Bom, se antes eu tinha algum preconceito com essa rede social, hoje sou grata a ela por ter me reaproximado da Eli e de tantas outras pessoas que eu ainda vou reencontrar!!!
Com certeza, o Orkut me fez mais feliz.... me fez bem a alma!!

Em tempo, para quem não sabe:

O Orkut é um site que funciona como uma rede virtual de relacionamentos. Essa é uma moda bem recente na internet. Tudo começou no inicio do ano de 2004, quando um funcionário do Google, o programador Orkut Buyukkokten, pôs no ar um protótipo do site. A onda se propagou rápido se formando uma grande teia, normalmente formada por pessoas que se conheceram fora da internet. Os brasileiros curtiram a novidade, e já no mês de junho de 2004, tornara-se já o segundo lugar no ranking mundial, com 25,9% dos usuários, ficando atrás somente dos Estados Unidos com 33,2%, e bem a frente do terceiro colocado a Índia com 3,9%.

Fonte : http://www.mundoestranho.com.br/

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ler devia ser proibido...


“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.”
Bill Gates

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Filhos x Planeta

Outro dia recebi um e-mail que me deixou bastante pensativa. Não me recordo do autor ou da frase exata, mas era mais ou menos isso...

“Muitas pessoas estão preocupadas com o mundo que deixarão para seus filhos, mas nem todas se preocupam com os filhos que deixarão para o mundo.”

*10 dicas para deixar um mundo melhor para seus filhos:

1-Reciclar o lixo, mesmo sabendo que nem todos o fazem;
2- Dar o devido destino a materiais como pilhas, baterias de celular, lâmpadas;
3- Ajudar a combater o desperdício em todos os sentidos;
4- Preservar os recursos naturais, como água, energia elétrica, árvores, etc;
5- Na medida do possível, utilizar materiais já reciclados;
6 - Reduzir o uso do saquinho plástico, voltando a usar a velha sacola de tecido;
7- Lembrar que os recursos naturais são finitos;
8- Reduzir o consumo de embalagens descartáveis;
9- Reaproveitar os materiais com criatividade;
10- Consumir produtos de empresas que pelo menos mostrem preocupação com o meio ambiente.

*10 dicas para deixar melhores filhos para o mundo:

1-Ensiná-los a respeitar os mais velhos, quer sejam, os pais, avôs, professores, ou outros;
2- Reforçar o conceito de família;
3- Ensinar que todos nós somos iguais, independente de raça, cor, credo, sexo;
4- Mostrar o valor do conhecimento, do saber.
5- Expressar algum credo, seja ele qual for;
6- Mostrar que a vida não é só “curtição”. Todos temos nossas obrigações (estudo, trabalho);
7- Ensinar como ser solidário com os que precisam de ajuda;
8-Lembrar certos valores que estão meio fora de moda, como, humildade, perseverança, amor, caridade,honestidade, lealdade, ética....
9- Ajudá-los a se tornarem consumidores (não consumistas) responsáveis;
10- Ensiná-los a pensar não só no interesse individual, mas também no coletivo.