sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A mudança está em nossas mãos...

Todo mundo está careca de saber que o mundo precisa reduzir o consumo de materiais que não são biodegradáveis, como o plástico, por exemplo. Só que na prática, poucas são as pessoas que, realmente, estão interessadas em fazer algo para mudar essa situação.
O problema existe de verdade, não há como negar. Precisamos disseminar uma nova cultura de consumo consciente para o bem das próximas gerações, para o bem de nossos próprios filhos. PENSE NISSO! A MUDANÇAS ESTÁ EM NOSSAS MÃOS...

Assistam esse vídeo com atenção. Demora um pouquinho, mas é bem interessante e nos trás dicas simples  e fáceis de seguir no dia a dia.






A salvação do planeta passa por nossas mãos!

Programa 4R's:

Reduzir, Reutilizar, Restaurar e Reciclar.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Saco é um saco.


Ser professor é...

Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".

Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés...


Autor: (Desconhecido)
Fonte: (Belas mensagens)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ser mãe não é fácil.

Se você é mãe, se você recebeu esse dom divino que é poder gerar, ou poder criar um filho, mas está cansada com a rotina pesada, desgastante do dia a dia, relaxe. Procure aproveitar todas as fases da melhor maneira, pois tudo passa muito rápido... a amamentação, o primeiro suco, a primeira papinha, os primeiros passos, as primeiras palavras...tudo passa rápido, na verdade, voa. Curta todas essas etapas sem pressa. Sinta-se agradecida e valorize-se por poder estar presente nesse momento da vida de seus pequenos.
Na hora que o cansaço bater, procure distrair-se. Leia um bom livro, ligue para uma amiga, afinal, conversar sempre ajuda. Vá brincar, escutar as risadinhas de seu filho, vai rolar no tapete com ele, faça uma oração, sei lá!! Dê o seu jeito, mas nunca deixe-se levar pelo desânimo, não se entregue só aos programas( inúteis) da tarde ou a comilança(para as mães que ficam em casa) como uma forma de fuga, nem reze para que tudo passe logo. Você vai ter saudades...
Tenha pensamentos e atitudes positivas, pois só quem passa pela maternidade sabe que ela é a coisa mais maravilhosa que pode acontecer a uma mulher, mas por outro lado, nos leva ao limite de nossas forças. Ser mãe significa sermos testadas e cobradas diariamente, tanto por nossos filhos, pelos outros como por nós mesmas!
Força queridas, pois a nossa missão é a mais sublime de todas! Viva todas as mamães! Viva a nossa Mãe do céu!








terça-feira, 6 de outubro de 2009

Barbárie à vista?

Tomei conhecimento desse texto, a partir de um curso que fiz sobre educação no SENAI/SP. Infelizmente é o que estamos vivendo hoje em dia. Leiam com atenção:

Barbárie à vista?

Anna Veronica Mautner é psicanalista, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e colunista da FOLHA DE SÃO PAULO

Os pais, como todos os adultos, são sim responsáveis pelas violências perpetradas pelos jovens, que ocorrem cada vez com maior frequência.
Somos todos culpados ou pelo menos temos a ver com o que está ocorrendo. Deixamo-nos influenciar, sem reagir, pelos efeitos da difusão de uma psicanálise fora do contexto.

Se não estivéssemos imbuídos da ideia de que a origem do erro está lá atrás, na infância, como culpar pais, monitores, babás só por terem acreditado na falácia de que dor, desconforto, vergonha, humilhação etc. são sempre letais ao ego em formação e por isso devem ser evitados a qualquer preço?


O lema é: ninguém deve se ressentir de nada, muito menos seres em formação devem ser magoados. A consequência dessa ideologia de tortas raízes vai, passo a passo, gerando seres incapazes de empatia, incapazes de reconhecer o outro como seu semelhante.

Pouco familiarizados com dores, vão infligi-las, sem saber o quanto vai doer. Quero dizer que é preciso sentir que a vergonha, por exemplo, que me machuca, machuca ao outro também. Assim, se eu quiser, até posso humilhar alguém. Mas pelo menos sei o que estou fazendo. E posso calcular a intensidade que eu quero. Quando superpreservamos crianças e jovens de todo medo, de toda frustação, se qualquer fracasso, da humilhação e da vergonha, estamos impedindo que aprendam o quanto dói uma saudade, um fora, uma pancada.

Quando diante de alguém diferente, um outro, desconhecido, de outra galera, ignoramos o que eles tem de semelhante a nós, a agressividade e a violência encontram um campo fértil para aparecer. É aí, onde as pessoas se estranham, que aparecem vigorosos os maus colegas, o mau patrão, o mau chefe eo violento em geral.

Quando alguém se sente ameaçado, reage. É natural. O que surpreende é a discrepância entre estímulo e resposta. E mesmo que ele estranhe algumas coisas nesse outro, existem entre dois seres humanos mais semelhanças do que diferenças. A violência desabrocha onde as pessoas se estranham. Quando estranhamos, pomo-nos a espernear, a bater, para eliminar o ameaçador. A violência é sempre uma resposta ao medo do desconhecido.

Quando se transforma em brincadeira, leviandade, estamos diante de uma patologia. Juntando que as novas gerações foram preservadas da maioria dos desconfortos naturais da vida, é natural que tenham muito mais medo de tudo o que é estranho, já que conhecem muito menos do que seria desejável.

Quem estranha muito tem muito medo e perde fácil a estribeira. Estamos a um passo da violência. Barbárie à vista?

domingo, 4 de outubro de 2009

Comentários.

Para quem não estava conseguindo fazer os comentários, e estava me perguntando o porquê, já tenho uma resposta...
Quando me aventurei a criar esse blog, eu não fazia a mínima ideia de como fazê-lo. Tudo que vocês estão vendo, eu fui descobrindo, fuçando e pegando tutorias de pessoas muito bacanas que se dispõem ajudar novos "blogueiros". A minha primeira postagem aceitou os comentários. Daí, devo, sem querer, ter alterado alguma configuração no padrão, o que impossibilitou vocês de comentarem essas últimas. Agora, daqui para frente, acredito ter reconfigurado direitinho e quem quiser, poderá deixar sua mensagem!!! Para isso, é só clicar em "COMENTÁRIOS".
Lembrando que um blog vive disso. Vive da interação das pessoas que o lêem com a(s) que escreve(m)! Portanto pessoal, não se acanhem em escrever... a mamãe caprichosa vai adorar!! rsrs

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O outro lado da medalha...

Não tem jeito mesmo!!! Tudo nessa vida tem o lado bom e o lado , diríamos assim, não tão legal. Eu ainda estava descobrindo, curtindo as coisas boas que o Orkut pode propiciar , quando fiquei sabendo, através de uma colega, de inúmeros “barracos” que já ocorrem por causa dele. Afinal, nenhum namorado (a), marido ou esposa quer que relacionamentos do passado voltem a assombrar suas vidas presentes. Ninguém merece, né?!!!!
Nem tudo são flores... contra esse tipo de problema, acho que o que vale é uma conduta honesta com o parceiro, no mais, viva o Orkut!!!